Hoje bebi muito...
um tinto fantástico...
sinto-me anestesiada e feliz. apesar de tudo mais sóbria do que nunca.
tenho tudo o que de de melhor alguém pode querer ter.
tenho uma familia, uma filha que é toda a razão de eu existir. e tenho amigos... sim amigos daqueles que não têm preço....
é bom saber disto. bebi não por hábito mas por estava a precisar descomprimir...
não tenho nada. ou podem pensar que eu não tenho nada a nível material. mas estou rodeada por pessoas que me amam umas de um jeito outras de outro. o que se leva desta vida? nada material... apenas o que plantamos no coração dos outros....
apesar de todos os pesares sinto me uma mulher cheia de sorte, eu sou feliz.
Hoje foi um dia particularmente difícil... ontem foi pior.... e nunca estive sozinha.
acho que isso diz tudo vim e este mundo para amar e ser amada.
adoro pessoas, gente, poemas, simplicidade. fatos de treino, sapatilhas, gatos e cães.... cães são o meu ponto mais fraco...onde enterras o dedo e doí...
se eu tivesse dinheiro adoptava cães seniores aqueles que precisam de um lar para os últimos dias ou anos de vida ...
perdoem-me eu gosto mais de animais do que de pessoas... nasci assim e vou morrer assim...
obrigada a quem me leu e entendeu alguma coisa do que disse.
um beijo
Coisas da Vida
quarta-feira, 11 de maio de 2016
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Conheço-Te, não pelo muito tempo que tenhamos passado juntos mas atrevo-me a dizer que te conheço bem demais...
Não que de forma alguma sejas previsível, é uma questão de pele, de olhar.
Gostava de escrever sobre ti e distribuir panfletos como se tratasse de um livro de instruções. Perdoa-me a comparação, mas eu não entendo o porquê de te quererem modificar, transformar-te numa pessoa que Tu não és, e essa pessoa que Tu mesmo queres transformar não é melhor nem pior que a tua essência é apenas diferente Tu não és difícil, não és estranho e muito menos complicado.
Porquê? é a única coisa que eu não entendo, é porquê???
terça-feira, 11 de novembro de 2014
“Achas me louca? Então não me conheces mesmo… louca não me
define. Não nasceu palavra que me defina .
Hoje sou louca, amanhã santa e baralho-te. Não é pressuposto
esta mistura de tons num painel tipo eu.
Tás a ver uma parede branca?
Imagina baldes com cores e atira com toda a tua força. Olha
a parede. Vê o estado em que ficou.
Sou eu!
E agora já me defines?”
Ms
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Este texto é excelente... mas realmente o mundo não está preparado.... tirei-o de uma página da "Fabrica de Escrita" porque não resisti. Quero guardar algures onde o possa ler sem me fazerem perguntas... este é o lugar ideal....
"Um dia dou-te um beijo, mas não é agora. O mundo não está preparado para mim- e os teus lábios também não. Está demais ficar aqui contigo à porta de tua cas...a. Pena não poderes mais do que isto. A escrita tem esta magia: a capacidade de transformar f' s em p's. Podes-me toda. E está demais. Melhor estar à porta de tua casa do que ter uma casa à tua porta. A tua mulher não ia gostar muito, pois não? Está demais, assim. Dizer-te que, para mim, o bom da vida é vivê-la em poliamor. E tu sorris. Sem perceberes bem o que é isto do poliamor, mas sorris. Deixa-me lá preparar mais um charuto que eu explico-te tudo enquanto fumamos.
Poliamar é amar toda a gente sem amar ninguém. O amor só faz sentido se for consentido. O amor sente-se. O poliamor consente-se. É poliamar-te na casa de banho da empresa, e ir jantar com o Nuno, logo à noite, sem precisar de pedir autorização; é poliamar-te nos bancos do carro e acelerar para os braços do Freitas; é poliamar-te de manhã e almoçar com o Manel numa praia da Caparica; é poliamar-te nas matinés de domingo e dormir em casa da Ecas…na cama da Ecas. Poliamar é sair e nunca voltar pelo mesmo caminho. E tu sorris. Compreendes-me tão bem. Gosto de ser eu quando estou contigo. E é tão esgotante ser eu, às vezes. Ser criticada por dançar na rua, por abraçar toda a gente, por atiçar os homens com conversas picantes, sinto-me bem quando me desejam e param os olhos no meu rabiosque. É tão esgotante ser eu. Quando chegar já tenho interrogatório. O costume, portanto. Onde, por que, com quem, porquê, até que horas. Ninguém está preparado para mim. Só tu, não é? É por isso que um dia vou dar-te um beijo, mas não é agora.
Ai, que me deu uma palpitação. Deve ser de estar feliz. Está demais. És demais. Sabes, às vezes imagino a cena de irmos a conduzir, eu no meu Corsa, tu no teu Golf, a chuva cair, a cidade inundada, ficarmos empanados e irmos na enxurrada. Os melhores amores são assim, vão na enxurrada e ninguém conseguir desempaná-los. Já agora, queres empanar-te comigo? Desculpa, desculpa. Isto está a bater um bocadinho. És tão querido que te fumava todo. Mas não é agora. Vou andando, está bem? Já não sorris como sorrias. É a tua mulher a ligar. Por acaso ela não alinharia numa brincadeira a três, não. Esquece. Vai lá. O mundo não está preparado para mim- e tu também não. Ainda não."
Fabrica de Escrita
"Um dia dou-te um beijo, mas não é agora. O mundo não está preparado para mim- e os teus lábios também não. Está demais ficar aqui contigo à porta de tua cas...a. Pena não poderes mais do que isto. A escrita tem esta magia: a capacidade de transformar f' s em p's. Podes-me toda. E está demais. Melhor estar à porta de tua casa do que ter uma casa à tua porta. A tua mulher não ia gostar muito, pois não? Está demais, assim. Dizer-te que, para mim, o bom da vida é vivê-la em poliamor. E tu sorris. Sem perceberes bem o que é isto do poliamor, mas sorris. Deixa-me lá preparar mais um charuto que eu explico-te tudo enquanto fumamos.
Poliamar é amar toda a gente sem amar ninguém. O amor só faz sentido se for consentido. O amor sente-se. O poliamor consente-se. É poliamar-te na casa de banho da empresa, e ir jantar com o Nuno, logo à noite, sem precisar de pedir autorização; é poliamar-te nos bancos do carro e acelerar para os braços do Freitas; é poliamar-te de manhã e almoçar com o Manel numa praia da Caparica; é poliamar-te nas matinés de domingo e dormir em casa da Ecas…na cama da Ecas. Poliamar é sair e nunca voltar pelo mesmo caminho. E tu sorris. Compreendes-me tão bem. Gosto de ser eu quando estou contigo. E é tão esgotante ser eu, às vezes. Ser criticada por dançar na rua, por abraçar toda a gente, por atiçar os homens com conversas picantes, sinto-me bem quando me desejam e param os olhos no meu rabiosque. É tão esgotante ser eu. Quando chegar já tenho interrogatório. O costume, portanto. Onde, por que, com quem, porquê, até que horas. Ninguém está preparado para mim. Só tu, não é? É por isso que um dia vou dar-te um beijo, mas não é agora.
Ai, que me deu uma palpitação. Deve ser de estar feliz. Está demais. És demais. Sabes, às vezes imagino a cena de irmos a conduzir, eu no meu Corsa, tu no teu Golf, a chuva cair, a cidade inundada, ficarmos empanados e irmos na enxurrada. Os melhores amores são assim, vão na enxurrada e ninguém conseguir desempaná-los. Já agora, queres empanar-te comigo? Desculpa, desculpa. Isto está a bater um bocadinho. És tão querido que te fumava todo. Mas não é agora. Vou andando, está bem? Já não sorris como sorrias. É a tua mulher a ligar. Por acaso ela não alinharia numa brincadeira a três, não. Esquece. Vai lá. O mundo não está preparado para mim- e tu também não. Ainda não."
Fabrica de Escrita
sábado, 6 de setembro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Tu sabias...
Tu sabias... sempre soubeste. esse não era o teu caminho. disse-te várias vezes o mesmo. mas é mesmo assim temos que tentar a nossa sorte. seguir o nosso sonho. eu errei sabia que errarias de seguida é o normal. acreditar depois desiludir. faz parte. quase como o sol e a chuva. Tu sabias a nossa vida era uma tempestade, poucos sobrevivem sem mazelas, mas os que lhe resistem podem dizer que realmente viveram. Tu sabias que eu gosto de mau tempo...
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
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